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Europa

Viaduto de Passy e o Caminho dos Cisnes: passeio no Sena e a melhor vista da Torre!

Pra ver a Torre Eiffel, todo mundo vai pro Trocadero – e é claro que todo mundo precisa ir lá, mas eu sou apaixonada mesmo é por um outro lugar: o mirante do antigo Viaduto de Passy, hoje Pont Bir-Hakeim.

Viaduto de Passy, Paris

É pelo viaduto de Passy que a linha 6 atravessa o Rio Sena com uma vista incrível da Torre e o jeito mais fácil de chegar no Mirante é descer na estação Bir-Hakeim e andar em direção ao Sena, por baixo do viaduto. Se você já estiver do outro lado do rio, desça na estação Passy e faça o mesmo caminho em direção ao Rio. A vista é maravilhosa e tem muito menos movimento e muito menos turistas. Se você já assistiu aos filmes “A Origem” ou “O Último Tango em Paris” deve se lembrar desse lugar!

Viaduto de Passy, vista da Torre, Paris

O Viatuto de Passy também é o ponto ideal para começar um caminhada pelo Allée des Cygnes, o Caminho dos Cisnes, que é o único trecho para pedestres dentro do Rio Sena – ligando o Viatudo de Passy à Ponte Mirabeau.

Allée des Cygnes, Paris Torre Eiffel vista do Allée des Cygnes, Paris

Andando até o final do Caminho dos Cisnes você vai encontrar uma das réplicas Parisienses da Estátua da Liberdade. O passeio vale muito à pena e chega a ser estranho não estar entre as principais rotas turísticas da cidade!

Estátua da Liberdade, Paris

Por dentro do Parlamento de Budapeste

A principal atração de Budapeste é, sem dúvidas, o Parlamento. Mais que uma atração local, ele é um dos prédios mais emblemáticos de toda a Europa. Mais que fotografar o seu exterior é possível conhecer o prédio por dentro, mas como lá funciona ainda hoje o Parlamento da Hungria, a visita tem muitas limitações.

Em época de alta temporada, especialmente, é importante comprar o bilhete e agendar a sua visita. A quantidade de pessoas é limitada por horário e os horários divididos por idioma. Para escolher o horário e idioma da visita e comprar seu bilhete, basta acessar o site. 

Para fazer a visita é obrigatório ter o bilhete impresso, por isso, é recomendável que você já leve seu bilhete impresso. Se você não tiver o bilhete, chegue bem mais cedo que o seu horário porque vai precisar passar pelo atendimento no balcão – e muitas vezes há filas.

Para entrar no Parlamento é preciso passar pelo controle nos detectores de metais, por isso, tenha certeza que não tem nenhum objeto que precisará ser descartado – as regras são bem parecidas com as regrinhas de aeroporto.

O passeio dura cerca de 30 minutos e passa por alguns corredores, pela entrada principal, pelo salão sob o domo e pela sala onde trabalham os parlamentares. Os guias estão preparados para contar sobre a arquitetura e história do prédio e através delas contar mais e envolver o visitante com a história da Hungria.

Sala onde os parlamentares húngaros trabalham
Sala onde os parlamentares húngaros trabalham

Pra quem vê o prédio de fora e imagina conhecê-lo inteiro, a visita é um pouco decepcionante. Mas o passeio vale bastante à pena, só é importante alinhar expectativas!

Os táxis de Mônaco

Como tudo em Mônaco, os táxis são super novos e bem conservados. Não dá pra levar um ricaço dos que circulam por lá de um lado pra outro em qualquer carro. 🙂  Mas não é muito simples pegar um táxi na rua. Normalmente, é preciso pedir um táxi e eles chegam bem rapidinho.

Na chegada à estação de trem Mônaco Monte-Carlo é normal ver pessoas perdidas tentando entender como pegar um táxi, mesmo estando no “ponto de táxi”. E tem dois jeitos simples:

– ligar de um telefone celular na cooperativa de táxi
– usar as estações que ficam disponíveis para o pedido, como essa da foto

Como pedir táxi em MônacoÉ só apertar o botão “appeler taxi” e dizer seu nome e onde você está. Como não tem a parte de colocar no ouvido é preciso fazer um esforcinho pra falar no lugar certo e fazer o pedido!

Budapeste – chegando e partindo de transporte público

Se você não está com muita bagagem e prefere economizar com transfer ou taxi, é fácil chegar e sair de Budapeste usando o transporte público. Vamos às opções:

De avião:

O aeroporto Internacional de Budapeste fica afastado da cidade e não tem estação de metrô que te leve até lá diretamente, mas mesmo assim, é fácil chegar. É preciso ir de metrô até a estação Kobánya-Kispet, na linha azul do metrô, e de lá pegar o ônibus 200E.

Você vai precisar ir para o ponto de ônibus do lado de fora da estação, mas não tem como errar! Além da estação ser muito bem sinalizada, a quantidade de pessoas que circulam a caminho do aeroporto é enorme e é impossível não encontrar a parada do ônibus. O bilhete que você usou no metrô não vale para o ônibus. É preciso comprar o bilhete do ônibus direto com o motorista.

De trem ou ônibus:

Além do aeroporto, existem dois outros pontos importantes de entrada e saída da cidade.

A estação de trem Budapeste-Keleti é integrada com a estação de metrô Keleti Pályaudvar, na linha vermelha. A estação de ônibus Budapeste-Népliget é integrada com a estação de metrô Népliget, na linha azul.

O que fazer em Budapeste?

Você já deve ter ouvido de um amigo que Budapeste é uma das suas cidades preferidas da Europa ou lido em algum lugar sobre o quanto Budapeste é imperdível – e não tem nenhum exagero nisso! Se você não tinha planos de conhecer a capital da Hungria, está na hora de editar sua lista de desejos.

Separadas pelo Rio Danúbio estão Buda e Peste, cidade alta e cidade baixa – respectivamente. Cada lado do rio tem seus encantos e dependendo de quantos dias você tem na cidade vale eleger que passeios fazer e organizar seus dias pela proximidade e afinidade das atrações. É possível conhecer as principais atrações de Budapeste em até dois dias de maratona, mas vale passar até uns 4/5 dias aproveitando as belezas e o clima agradável.

Preparei aqui uma lista do que você não pode perder de cada lado da Princesa do Danúbio e um mapinha com a localização das atrações pra você não se perder.

Budapeste, lado Buda:

A maior parte dos turistas que visita Budapeste se hospeda na cidade baixa então uma boa visita ao lado de Buda começa atravessando a Chain Bridge. Ela é uma das pontes mais emblemáticas da Europa e certamente a mais importante da capital húngara. A ponte como conhecemos hoje foi completamente reconstruída depois de ser derrubada durante a Segunda Guerra Mundial. Não seja tão pragmático na travessia. Vale ir passando devagarzinho, contemplando com atenção as belezas de cada lado do Rio.

Chain Bridge e Castelo de Buda, BudapesteEm frente à Chain Bridge, numa colina às margens do rio Danúbio está o Castelo de Buda. Há duas maneiras de subir. Por uma trilha bem definida pela colina a subida leva cerca de 20 minutos. De furniculário leva 2 minutinhos e custa HUF1.100 (ida) e HUF1.700 (ida e volta). Além da visita ao interior do Castelo – que eu considero facultativa – é legal aproveitar os arredores da construção. Lá do alto tem uma bela vista da cidade. Mais à esquerda dá pra ver de pertinho a colina do Citadell e mais à direita, o Parlamento.

Seguindo para a parte dos fundos pela direita, sem descer a colina, uma caminhada de uns 5 minutos a pé leva à atração mais legal da parte alta da cidade: a Mathias Church e o Bastião dos Pescadores. A Mathias Church é acolhedora e colorida pelos seus marcantes telhadinhos de azulejos alaranjados. O Bastião dos Pescadores tem uma vista encantadora do Danúbio e do Parlamento. Da primeira vez que fui à Budapeste, gostei mais do Bastião porque na última visita, a parte dos arcos onde antes podia se tirar fotos lindas tinha sido transformada em varanda de um restaurante sofisticado.

Na parte da frente do Bastião pode-se começar a descida para a beira do Rio. Não precisa de mapa. É só ir descendo pelas ruas – e escadas – seguindo o bom senso até alcançar a margem do Danúbio. Quando você encontrar o rio vai estar de frente para a melhor vista do majestoso Parlamento Húngaro. Não economize nas fotos!

De costas para o Castelo de Buda, com o Parlamento à sua direita, siga caminhando pela beira do rio. A próxima ponte é a Margareth Bridge e é na metade da travessia da ponte que está o acesso à Margit Island – uma ilhazinha simpática no meio do Danúbio. Durante a temporada de calor (primavera/verão) a ilha fica toda florida. No lago principal a cada 30 minutos tem um show de águas dançantes – que são coreografadas de acordo com a música que toca – e vai de rock ‘n roll a contos de fadas. Vale alugar uma bicicleta, um pedalinho ou um carrinho golfe e explorar as atrações da ilha, como a Torre d’Água. Nenhuma das atrações dentro da ilha é imperdível, mas o passeio é muito agradável.

Na outra extremidade de Buda, tem mais duas atrações relevantes que envolvem a Gellerty Hill. Na parte debaixo da montanha, que fica em frente a ponte Erzsébet, fica a tradicional casa de banhos “Gellerty”. Ela é uma das mais famosas da Hungria e vale à pena a visita. Ao lado, na base da colina, fica a Igreja na Pedra – bem diferente de todas as igrejas que você já conheceu.

No alto da mesma colina fica o Citadell. É uma atração que tem visitação durante o dia e durante a noite, mas eu prefiro visitar à noite. Como você já foi no Castelo durante o dia e as vistas acabam sendo bastante parecidas, vale fazer o passeio à noite e ver a cidade iluminada do alto. É possível chegar por uma trilha que começa na base da colina, em frente à ponte Erzsébet, de ônibus ou de táxi.

Budapeste, lado Peste:

Um bom jeito de começar um dia em Peste é fazendo uma visita no Parlamento Húngaro. Apenas com a visita guiada é possível conhecer o interior do prédio – ou pelo menos uma parte dele. Em alta temporada, é fundamental agendar a visita guiada, que acontece em várias línguas. Se você for fazer a visita em inglês, eles têm uma maior disponibilidade de horário. O bilhete custa HUF5.200. Como minha expectativa era bastante alta, fiquei um pouquinho frustrada. O tour é rápido, não dá pra conhecer muitas partes do prédio e não tem nenhum acesso interno. Mas as partes que podemos conhecer são bem legais e é bacana conhecer um pouco mais da história da Hungria, contada pela arquitetura de sua construção mais emblemática.

Saindo do passeio, siga pela beira do Danúbio de frente para o Castelo de Buda (com o rio à sua direita). Você vai chegar a uma instalação chamada “Sapatos no Danúbio“. Os sapatos são uma homenagem aos que foram mortos e atirados no rio durante a Segunda Guerra. A instalação existe desde 2005, 60 anos depois do início do Holocausto em Budapeste.

Sapatos no Danúbio, Budapeste

Seguindo o Rio no mesmo sentido até bem pertinho da Chain Bridge, você vai chegar na Catedral de São Estevão. Além de ser maravilhosa por fora com seu chão de pedras desenhadas, essa igreja tem em seu interior uma das sensações mais legais de todas as que eu visitei. Vale à pena deixar uma colaboração simbólica para entrar no templo. Nos fundos da Igreja fica a mão embalsamada de São Estevão – considerada um tesouro para Igreja Católica e para o povo Húngaro.

Saindo da Catedral de São Estevão caminhe até a Andrássy ut. É nesta rua que você vai encontrar o tradicional prédio da Ópera, o Octagon – um enorme cruzamento iluminado entre avenidas, e o House of Terror, um museu inteiramente dedicado aos horrores do pós guerra e os impactos do comunismo na Hungria. Se você gosta de história, esse museu é um prato cheio.

Ao final da Andrassy está a Heroes Square, a praça dos heróis. A praça é ampla e marcada pelos seus dois semi arcos e o anjo Gabriel na torre central. Emolduram a praça os museus de Belas Artes e o de Arte Contemporânea.
Heroes Square, BudapesteSeguindo para trás da Heroes Square uma enorme área verde com duas atrações principais. À direita, Castelo Városliget, dentro do parque da cidade. É no jardim que você encontra a famosa estátua do Escritor Desconhecido. Reza a lenda que quem toca a caneta em suas mãos se torna um escritor melhor.

É também ali que se encontra a casa de banhos termais mais famosa de Budapeste: a Széchenyi . A entrada custa HUF5.000 e o pagamento é feito na entrada. Assim que você paga, recebe uma pulseira que vai funcionar como chave para o seu locker. A parte interna tem saunas e chuveiros e duas grandes piscinas aquecidas. Além delas, a minha atração preferida: duas pequenas piscinas / banheiras, com capacidade para umas 10 pessoas cada. Uma tem água muito quente, outra muito fria. Mergulhe na quente até cobrir os ombros por cerca de cinco minutos. Saia imediatamente para a fria e desafie seu corpo (até a cabeça!) a ficar lá. Depois de repetir o “exercício algumas vezes” a sensação de relaxamento em todo o corpo é muito boa. Do lado de fora há três piscinas, todas aquecidas. Uma principal, uma com raias para nadar e uma secundária – com uma parte divertida que tem até corrente e outra parte com hidromassagem! Não dá pra conhecer Budapeste e não passar algumas horas neste casarão amarelo!

Szechenyi, banhos termais de Budapeste
Do lado de Peste ainda há algumas atrações relevantes:

O Mercado Central é um passeio bacana, onde você vai ver um pouco de tudo que é típico na Hungria. Das linguiças, não deixe de comprar a Pick – que tem diferentes sabores. Das barracas de tempero, traga páprica doce. Por lá você também vai encontrar muita pimenta para espantar o mau olhado.

A Sinagoga de Budapeste é um belíssimo prédio e é a maior Sinagoga da Europa e um símbolo importante da cidade. Atrás dele fica o Monumento aos Mártires Judeus da Hungria.

A Erzsébet tér é uma praça muito movimentada e cheia de gente jovem comendo e bebendo. Ainda dá pra fazer um passeio de Roda Gigante. É mais uma opção para ver a cidade do alto – e eu adoro rodas gigantes!

Todas os pontos que falei aqui em cima estão marcados nesse mapa:

Le Refuge des Fondus – descolado e aconchegante

O Refuge des Fondus é um restaurante bem peculiar no 18eme, entre a Sacre Coeur e o Mur des Je t’aime.

São apenas duas mesas compridas para serem compartilhadas. Cada mesa tem uma fileira de cadeiras na parede e outra no corredor. Com exceção das cadeiras das pontas, que vai sentar encostado na parece precisa pular por cima da mesa com a ajuda do garçom.

A decoração é alternativa, com teto e paredes grafitadas e um pedaço ao fundo decorado com notas de papel moeda de diversos países do mundo.

Paris, 18eme
Uma outra peculiaridade do lugar é que o vinho é servido em mamadeiras de vidro. É uma ideia simples, diferente e legal. Não atrapalha em nada o gosto da bebida. No menu, uma mamadeira vem incluída. Caso queira mais alguma dose de vinho cada mamadeira custa 4 euros. Quem gosta mesmo da ideia e quer levar uma mamadeira pra casa custa 8 euros – mas ela infelizmente vem vazia, por regras da casa.

O menu custa 22 euros e consiste em uma bebida aperitivo, entrada (prato de aperitivos), fondue (carne ou queijo), uma mamadeira de vinho (tinto ou branco) e uma sobremesa.

O Fondue de queijo é gostoso, mas eu prefiro os que são um pouquinho mais “grossos”. O de carne vem com molhos variados e também é bom.

Vale a visita e a experiência diferente!

Karlskirsche, como chegar mais perto do céu

Além da arquitetura imponente, as igrejas costumam impressionar pela decoração. A Karlskirche, em Viena, enche os olhos nos dois quesitos. Por fora, o domo esverdeado e as colunas da Catedral barroca chamam atenção. Do lado de dentro, o destaque fica com os afrescos que decoram o domo. Até aí, nenhuma grande novidade. O diferencial da Karlskirsche é que foi construdído um elevador para levar os visitantes até um segundo piso suspenso, de onde pode se ver os maravilhosos afrescos do pintor Johann Michael Rottmayr bem de pertinho. A experiência é incrível.

Karlskirsche, em VienaO bilhete para a subida custa 8 euros. Depois que você visita o andar debaixo, que tem um lindo altar e uma réplica do Menino Jesus de Praga, é hora de subir os quase 70 metros de elevador panorâmico. A sensação de estar no alto da Igreja e tão perto dos afrescos é inédita e deliciosa.

IMG_6122Mesmo pra quem tem medo de altura, acho que é uma experiência tranquila, pois a estrutura passa uma sensação de segurança o tempo inteiro. Pra quem quer subir ainda mais alto, há um lance de escadas metálicas que levam até a parte superior do domo e à uma vista parcial da cidade de Viena lá fora. Nessa subida, as escadas balançam um pouquinho e pode até dar um medinho.

Escadas Karlskirche, em VienaComo chegar:
A Igreja fica na KarlsPlatz e a estação de metrô bem em frente leva o mesmo nome da praça. Pra quem estiver na região da Ópera, é bem pertinho e dá pra ir andando.

Metrô: linhas U1, U2 e U4

Um lugar chamado Nothing Hill

Você pode até não gostar de confessar que viu. Eu sei, é bem água com açucar mas é difícil encontrar alguém que não tenha assistido numa sessão da tarde chuvosa a “Um lugar chamado Nothing Hill”. A história de amor entre Anna e Will (Julia Roberts e Hugh Grant) se passa em Nothing Hill, um bairro de Londres. Para os super fãs do filme, uma atração é procurar entre as dezenas de portas e casas coloridas a portinha por azul por onde a Julia escapa dos papparazi, mas se você como eu não é muito fã do longametragem, você tem um outro motivo para passar por lá: a famosa feira de Portobello.

O lugar é um paraíso. Tem tudo o que você pode querer comprar, preços justos, ambiente agradável e comida boa. Quando eu digo “tudo o que você quiser comprar” é tudo mesmo: tem roupa, selos antigos, objetos de arte, pôsteres, flores, souvenirs de viagem e todo o tipo de quinquilharia. Vale muito à pena.

A Portobello Market tem alguns horários de funcionamento, mas se você tiver flexibilidade no roteiro, vá no sábado de manhã, que é o melhor dia. Se não puder ir no sábado, dê preferência para a sexta-feira quando quase todas as barracas estão funcionando. Vale terminar a visita em uma das tendas de comida – as opções são tão cosmopolitas quanto à capital londrina.

O que compramos na feira:
– Um cofre que é um ônibus londrino, por 4 pounds
– 1 conjunto de selos originais do lançamento do disco “Hard days night”, dos Beatles, por 15 pounds
– 1 poster metálico do Titanic, por 7 pounds
– 3 vestidos, por 10 pounds cada

Horários de Funcionamento:
Segunda a quarta, das 9h às 18h
Quinta, das 9h às 13h
Sexta e sábado, das 9h às 19h
Domingo, fechado.

Como chegar:
Metrô: Nothing Hill Gate (Linhas Central, Circle e District)

As Igrejas imperdíveis de Paris

O combo “Roma + Vaticano” talvez seja o mais famoso do mundo quando o assunto é a quantidade de igrejas emblemáticas, mas Paris tem um conjunto magnífico que não fica muito pra trás não. A capital francesa tem igrejas para todos os gostos e separamos uma listinha com as imperdíveis:

A Catedral de Notre Dame é toda história e beleza. Começou a ser construída no ano de 1136 e é um dos prédios mais antigos da Île de la Citê – que mais tarde deu origem à cidade de Paris. Com suas torres idênticas imponentes na fachada – casa do Quasimodo, tocador de sinos de Victor Hugo e da magia da Disney – e com seus maravilhosos vitrais em formato de rosácea – iluminando de maneira singular os corredores. A Catedral de Paris tem ainda Joana D’Arc, heroina e símbolo da nação e seu terraço de famosas carrancas e vista irretocável da cidade às margens do Rio Sena.

A Catedral de Notre Dame é maravilhosa por dentro e por fora, de dia ou de noite. Não à toa é o ponto turístico gratuito mais visitado de toda a França.

A entrada na igreja é gratuita. Para subir ao terraço: 12 euros. Quem tem Paris Museum Pass não precisa comprar ingresso, mas precisa ficar na fila.

Metrô Linha 4: Cité / Linha 10: Cluny – La Sorbonne / Linhas 1 e 11: Hôtel de Ville / RER C: Saint Michel Notre Dame

A Sainte Chapelle poderia ser apenas mais uma igreja nos roteiros turísticos da cidade, mas ela é muito mais que isso. É um lugar de beleza única e de muita paz. Ela faz valer a espera qualquer fila, debaixo de sol, de chuva ou de neve! Não importa quantos dias você tenha em Paris, não deixe de entrar na Capela Santa.

Quando a Île de la Cité ainda era o centro de Paris, o Rei Luis IX encomendou a construção da Sainte Chapelle para ser sua capela particular. A Igreja ficou pronta em 1248 e é dividida em dois andares de usos distintos: o primeiro piso era usado apenas por funcionários do castelo real. O segundo andar, o principal, era usado apenas pelo Rei e seus poucos convidados. É no andar do Rei que se encontram os maravilhosos vitrais da Sainte Chapelle. Gaste um tempo lá dentro: observe os desenhos do chão, os detalhes das pilastras, acompanhe nos folhetos os desenhos de cada um dos imensos vitrais – que filtram com perfeição a luz que adentra a capela.

O bilhete para adultos custa 8.50 euros. Mais detalhes sobre outras tarifas e descontos aqui. O Paris Museum Pass é aceito na Sainte Chapelle e você pode saber mais sobre ele aqui!

Os horários de abertura variam de acordo com a época do ano. Na temporada primavera/verão (01/03 a 31/10) vai de 9h30 às 18h. Na temporada outono-inverno (01/11 – 28/02) vai de 9h às 17h.
*Atenção: Planeje-se bem. Costuma ter bastante fila.

Metrô Linha 4: Cité / Linhas 1, 7, 11, 14: Châtelet

Na parte mais alta do bairro de Montmartre fica a imponente Basílica de Sacré Coeur. Se comparada à Notre Dame e à Sainte Chapelle podemos dizer que a igreja do Sagrado Coração de Cristo é bem jovem, já que teve sua construção encomendada depois do fim da Guerra Franco-Prussiana, em 1870, e só ficou pronta em 1914. A construção foi pagamento de uma promessa feita caso os franceses sobrevivessem às investidas do poderoso exército alemão.

A escadaria em frente à Sacré Coeur é quase uma atração à parte. Durante o verão, você pode aproveitar o calor cantando e se divertindo com artistas que fazem suas apresentações aos pés da Igreja.

Além do interior incrível, a vista da cidade é um atrativo importante da Sacré Coeur. Seja do nível das escadas que dão acesso à Basílica ou do alto dos 300 degraus que levam ao domo, o visual é um presente que já faz valer a visita ao alto de Montmartre.

A entrada na Basílica de Sacré Coeur é gratuita. Para subir ao domo o ingresso para adultos custa 6 euros. A subida é uma das atrações incluídas no Paris Museum Pass

Metrô Linha 2: Anvers / Linha 12: Abbesses
*Atenção: a estação de Abbesses tem muitas (mesmo!) escadas para chegar à superfície. Pegue o elevador!
*O bilhete diário do metrô vale para subir o Furniculário. Pra quem não tem problemas com escadas, vale subir as escadarias que dão acesso à Basílica de Sacré Coeur.

Com um belíssimo interior, a Igreja de Saint Sulpice sempre foi uma das igrejas mais famosas de Paris, mas o número de visitantes subiu muito depois do sucesso do romance de Dan Brown, o Código da Vinci.

A Igreja fica na Place de Saint Sulpice, no coração do quartier mais valorizado do mercado imobiliário de Paris. Se observada da praça, fica óvia a razão para a alchunha de igreja das “torres desiguais” já que uma das torres de sua fachada é claramente menor que a outra.

Uma das particularidades da Saint Sulpice é o seu sistema de medição astronônica, chamado Gnomôn. Trata-se de uma coluna de mármore que projeta sua sombra no solo e determina o horário do dia e os dias exatos dos solstícios e equinócios. Acredita-se que a serventia científica do Gnomôn salvou a Igreja de Saint Sulpice da destuição durante a Revolução Francesa.

A entrada na Saint Sulpice é gratuita.
Metrô Linha 4: Saint Sulpice / Linha 10: Mabillon

Entre as igrejas de Paris, a Igreja de la Madeleine, dedicada à Santa Maria Madelena é uma das que se destacam. Sua construção começou em 1764 – e teve que ser interrompida durante alguns anos da Revolução Francesa. Seu desenho lembra mais um templo clássico grego que uma igreja católica e justamente por isso, durante anos foi usada como templo em homenagem ao Grande Exército – papel assumido anos depois pelo Arco do Triunfo.

A escadaria da Madeleine abriga uma das maiores festividade do Brasil na Europa, a “Lavagem da Madeleine” inspirada na Lavagem das escadas do Bonfim, tradicional rito baiano. O ritual de 2015 acontecerá no domingo, dia 13 de setembro. Se você nunca viu nada sobre a lavagem da Madeleine, vale dar uma conferida no vídeo do ano passado.

A entrada na Igreja de Madeleine é gratuita.
Metrô Linhas 8, 12 e 14: Madeleine